…desejando que a plenitude de sua vida seja reformada!

Série “Reforma para hoje”: Sola Scriptura – Parte 2

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Sola Scriptura parte 2 (Sl 119.89 – 112; 129 – 144)

  • “Para sempre, ó Senhor, está firmada a Tua Palavra no céu. A Tua fidelidade estende-se de geração em geração; fundaste a terra, e ela permanece” (Sl 119.89, 90).

– A Palavra de Deus é eterna e imutável.

– Uma grande prova da fidelidade de Deus para com Sua Palavra é a criação e sua permanência.

– Aplicação: O versículo fala por si mesmo, mas podemos incluir que devemos nortear nossa vida sempre se baseando na Palavra de Deus. Reconheçamos a autoridade e a imutabilidade das Escrituras, e incorruptibilidade dela.

  • “Conforme os Teus juízos, assim tudo se mantém até hoje; porque ao Teu dispor estão todas as coisas” (Sl 119.91).

– Tudo é mantido pela Palavra de Deus, de acordo com a Soberana Vontade divina.

– Toda a criação está submissa à vontade soberana de Deus, é “escrava, serva” de Deus (tradução literal da palavra Ìebed).

– Aplicação: Reconheçamos que a Soberania de Deus está sobre todas as situações e ações. Quando pensamos nisso, devemos sempre ter em mente o versículo que diz: “Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o Seu propósito” (Rm 8.28).

  • “Não fosse a Tua Lei ter sido o meu prazer, há muito já teria eu perecido na minha angústia” (Sl 119.92).

– A Palavra de Deus é a maior fonte de prazer do salmista, e por isso as angústias seculares não o tomaram.

– Aplicação: Devemos buscar termos prazer nas Escrituras, pois, confiando e tendo prazer nela, nada pode nos fazer perecer.

  • “Nunca me esquecerei dos Teus preceitos, visto que por eles me tens dado vida. Sou Teu; salva-me, pois eu busco os Teus preceitos” (Sl 119.93, 94).

– Através da Palavra de Deus que a vida é dada. NÃO É A ORIGEM, é o meio.

– O anseio e a busca pela Palavra de Deus faz com que o sentimento de necessidade da salvação acenda em nós.

– Aplicação: Devemos guardar e buscar cada vez mais as Escrituras, porque “julgais ter nelas a vida eterna” (Jo 5.39). A vida vem pela Palavra, tendo como origem a Santíssima Trindade.

  • “Os ímpios me espreitam para perder-me; mas eu atento para os Teus testemunhos” (Sl 119.95).

– O salmista vê como refúgio para todas as coisas a Palavra de Deus. Não como algo que vá impedir que o mal acontece, mas que não há mal que abale o “firme fundamento” no qual ele está fundado.

– Aplicação: Reconheçamos que não há fundamento mais resistente e firme do que a Palavra de Deus. Ela nos faz permanecermos firmes em Cristo, conhecendo a Ele de fato.

  • “Tenho visto que toda a perfeição tem seu limite; mas o Teu mandamento é ilimitado” (Sl 119.96).

– A Palavra de Deus é eterna, tanto em sua perfeição quanto em sua imutabilidade e permanência.

– Aplicação: Tenhamos isso na mente sempre, para que nunca caiamos no pecado de não crermos na autoria divina das Escrituras.

  • “Quanto amo a Tua Lei! É a minha meditação todo o dia!” (Sl 119.97).

– O amor do salmista pela Lei é muito grande.

– Por causa de tamanho amor, o salmista medita na Palavra de Deus TODO O DIA!.

– Aplicação: Devemos amar a Bíblia, e, como toda a ideia subjetiva deve desembocar numa atitude, devemos meditar nela TODO O DIA. Isso é negligenciado na atualidade, porém, voltemos à valorização da meditação diária das Escrituras, pois, uma geração que não medita nas Escrituras sempre é uma geração que não ama as Escrituras, e uma geração que não ama as Escrituras é uma geração PERDIDA.

  • “Os Teus mandamentos me fazem mais sábio que os meus inimigos; porque, aqueles, eu os tenho sempre comigo. Compreendo mais do que todos os meus mestres, porque medito nos Teus testemunhos. Sou mais prudente que os idosos, porque guardo os Teus preceitos” (Sl 119.98 – 100).

– O salmista reconhece que a sabedoria só vem pela Palavra de Deus. Ele entende, por buscar mais as Escrituras do que os seus inimigos e seus mestres, que é mais sábio que eles.

– A sabedoria, compreensão e prudência vêm com a busca pela Palavra de Deus.

– Aplicação: Devemos buscar sempre a Palavra de Deus, reconhecendo que só a sabedoria que vem de Deus é a verdadeira sabedoria, e essa sabedoria de Deus só vem através a Palavra de Deus.

  • “De todo mau caminho desvio os pés, para observar a Tua Palavra. Não me aparto dos Teus juízos, pois Tu me ensinas” (Sl 119.101, 102).

– O salmista desvia-se dos maus caminhos para a observância da Palavra e por causa da observância da Palavra.

– Aplicação: Só conseguiremos permanecer firmes na vontade de Deus quando buscarmos e observarmos constantemente a Palavra de Deus. Ou seja, a Palavra de Deus é o meio e o objetivo das nossas atitudes.

  • “Quão doces são as Tuas Palavras ao meu paladar! Mais que o mel à minha boca” (Sl 119.103).

– O prazer pela Palavra de Deus é semelhante ao prazer que o mel nos proporciona. O salmista usa essa analogia para expor o anseio e amor que ele tem pelas Escrituras.

– Aplicação: Busquemos de Deus esse amor pela Sua Palavra, e que nada seja mais prazeroso para nós do que estudarmos ela.

  • “Por meio dos Teus preceitos, consigo entendimento; por isso, detesto todo caminho de falsidade” (Sl 119.104).

– Só por meio da Palavra de Deus, é possível ter entendimento.

– Por causa do entendimento adquirido, o pecado é detestado.

– Aplicação: Busquemos sempre entendimento nas Escrituras, porque, com ele, passarem a discernir e odiar o pecado.

  • “Lâmpada para os meus pés é a Tua Palavra e, luz para os meus caminhos” (Sl 119.105).

– A Palavra de Deus é o único guia do salmista, é o que ilumina seus caminhos, o norteia.

– Aplicação: Devemos colocar como nosso único modo de vida a Palavra de Deus. Que ela seja, de fato, a única luz nossa.

  • “Jurei e confirmei o juramento de guardar os Teus retos juízos” (Sl 119.106).

– O salmista faz a ele mesmo promessas, e a Deus, de cumprir a Palavra de Deus.

– Aplicação: Isso é bem resumido nas palavras de John MacArthur: “Proponha-se, no seu coração, não pecar. Faça um voto solene de se opor a todo pecado em sua vida. O salmista disse que: “Jurei e confirmei o juramento de guardar os teus retos juízos” (SI 119.106). A menos que você tenha esse tipo de determinação em sua vida, você facilmente se achará embaraçado pelo pecado. De fato, esse é aquele tipo de afirmação audaz e de coração zeloso que é a raiz de toda uma vida santa. Até que você faça esse tipo de compromisso com o Senhor, você batalhará pelas mesmas coisas, repetidas vezes — e será derrotado”.

  • “Estou aflitíssimo; vivifica-me, Senhor, segundo a Tua Palavra” (Sl 119.107).

– O salmista depende de Deus para que ele se sinta melhor.

– O salmista reconhece que Deus age segundo a Sua Palavra.

– Aplicação: Se estamos aflitos, deprimidos, cansados de tudo e de todos, corramos para Deus, para que nós sejamos confortados, melhorados. Onde nós buscamos Deus? Na Sua Palavra.

  • “Aceita, Senhor, a espontânea oferenda dos meus lábios e ensina-me os Teus juízos” (Sl 119.108).

– O salmista, com essa sentença, reconhece que sua oferta não é aceitável primeiramente. Ele pede a Deus que aceite a sua oferta.

– O salmista, como constantemente faz, pede para que Deus ensine os Seus juízos a ele.

– Vemos que a ligação que o salmista faz entre a aceitação da oferta com o entendimento das Escrituras resulta numa linha de raciocínio lógica: ele só vai ver se Deus aceitará a sua oferta se ela estiver de acordo com a Sua Vontade, com os “Teus juízos”.

– Aplicação: Devemos ter a humildade de reconhecer que tudo o que sai de nós é imperfeito. Precisamos pedir a Deus que aceite tudo o que nós formos dar a Ele, e necessitamos de buscar nas Escrituras (onde está registrado a Vontade de Deus) para vermos se, de fato, estamos ofertando de acordo com a Sua Vontade.

  • “Estou de contínuo em perigo de vida; todavia, não me esqueço da Tua Lei. Armam ciladas contra mim os ímpios; contudo, não me desvios dos Teus preceitos” (Sl 119.109, 110).

– Como repetidas vezes ele tem dito, nada atrapalha a retidão que o salmista mantém nas Escrituras, nem o perigo, nem as ciladas.

– Aplicação: Nada pode nos atrapalhar no nosso dia-a-dia espiritual. Nós devemos manter a disciplina, lendo as Escrituras e orando diariamente, sem cessar.

  • “Os Teus testemunhos, recebi-os por legado perpétuo, porque me constituem o prazer do coração” (Sl 119.111).

– A Palavra de Deus é o legado eterno do salmista, é a herança eterna, como a Nova Tradução da Linguagem de Hoje expressa, “a minha riqueza para sempre”.

– Creio que a expressão da NTLH já expressa a segunda parte. O prazer do coração do salmista é a Palavra de Deus.

– Aplicação: Recebamos a Palavra de Deus como nosso tesouro eterno, algo valioso, algo que nos dá alegria. Ansiemos pelas Escrituras.

  • “Induzo o coração a guardar os Teus decretos, para sempre, até o fim” (Sl 119.112).

– A palavra “induzir” (“natah”), que significa “estender, dobrar, curvar”, tem um sentido mais parecido com “dispus”. O salmista dispõe o coração à obediência da Palavra de Deus, eternamente.

– Aplicação: Peçamos a Deus que o nosso coração seja cada vez mais “curvado” à obediência à Sua Palavra.

  • “Admiráveis são os Teus testemunhos; por isso, a minha alma os observa” (Sl 119.129).

– A palavra “observa” (“natsar”) tem um significado mais parecido com “protege”. A Palavra de Deus é tão admirável, sobrenatural, que o salmista a protege, tanto de um modo a guardar dentro de si quanto o de mantê-la incorruptível, defendendo-se dos hereges.

– Aplicação: Devemos admirar a Palavra do modo como ela é digna de ser admirada, guardá-la no nosso coração, e não permitir que ela seja distorcida, de maneira nenhuma.

  • “A revelação das Tuas Palavras esclarece e dá entendimento aos simples” (Sl 119.130).

– A Palavra de Deus dá entendimento até para os tolos (significado do termo “pethiy”).

– Pode-se entender, conforme o andar do salmo, que se trata do salmista mesmo. Ele sempre pede que Deus o ensine a Sua Palavra, e depois, fala que a Palavra dá entendimento até aos tolos.

– Aplicação: Devemos reconhecer que os tolos somos (ou éramos) nós mesmos, pois, não há entendimento sem a Palavra, e, antes de termos a Palavra, somos tolos.

  • “Abro a boca e aspiro, porque anelo os Teus mandamentos” (Sl 119.131).

– É uma simples demonstração da enorme satisfação e prazer que a Palavra de Deus dá ao salmista.

– Aplicação: Como já antes dito, BUSQUEMOS O PRAZER NAS ESCRITURAS.

  • “Volta-te para mim e tem piedade de mim, segundo costumas fazer aos que amam o Teu nome” (Sl 119.132).

– O salmista pede a Deus graça, ajuda e misericórdia.

– A palavra “segundo costumas” (“mishpat”) tem o mesmo sentido quando se trata da justiça de Deus, podendo colocar aqui como “segundo está prescrito em Sua Lei”, ou “segundo a Sua justiça”. Baseando-se nisso, vemos que o salmista confia na fidelidade de Deus para com Sua Palavra, onde está prescrito que Ele abençoaria e cuidaria dos que são dEle.

– Aplicação: Busquemos ajuda no Senhor sempre, não no sentido de Ele mudar alguma situação APENAS, mas também pelo fato de Ele nos conformar com Sua Vontade, relembrando a nós que “TODAS AS COISAS COOPERAM PARA O BEM DAQUELES QUE AMAM A DEUS” (Rm 8.28).

  • “Firma os meus passos na Tua Palavra, e não me domine iniquidade alguma” (Sl 119.133).

– O salmista pede a Deus que o firme na Palavra, demonstrando, assim, uma visão monergista de santificação.

– O salmista também pede a Deus que nenhuma iniquidade o domine, reforçando a visão monergista de santificação.

– Observa-se o desejo intenso de santificação.

– Aplicação: Devemos ansiar a santificação sempre, reconhecendo que tudo parte monergisticamente de Deus.

  • “Livra-me da opressão do homem, e guardarei os Teus preceitos” (Sl 119.134).

– Um comentário de D. A. Carson nos diz muito sobre esse versículo: “Livra-me, ‘paga o preço do resgate’, assume a responsabilidade pelo custo necessário”. Vemos aqui uma incrível referência da “compra” que Cristo fez na cruz, pagando com Seu sangue.

– O salmista só irá conseguir guardar a Palavra de Deus se o próprio Deus, antes, livrá-lo da opressão do homem. Sempre, antes da santificação, há a salvação.

– Aplicação: Dependamos de Deus para tudo. Esse versículo não é uma cobrança, mas uma demonstração da realidade de que o salmista só poderia guardar a Palavra se Deus o livrar do pecado, da maldade.

  • “Faze resplandecer o rosto sobre o Teu servo e ensina-me os Teus decretos” (Sl 119.135).

– O salmista relaciona a presença de Deus (“… resplandecer o rosto sobre o Teu servo”) com o ensino da Palavra de Deus. Ou seja, só teremos a presença de Deus em conjunto com o conhecimento dEle (de Sua Revelação).

– Eu acredito que uma frase do pastor Paul Washer resume bem esse versículo, também: “Quando você fala que não quer teologia e só quer a Deus, você está dizendo que quer todos os benefícios de Deus, mas não quer conhecê-lo”.

– Busquemos sempre a presença de Deus, reconhecendo que só a teremos quando buscarmos a Palavra de Deus, sabendo que só conheceremos a Deus mediante ela, a Sua Revelação.

  • “Torrentes de água nascem dos meus olhos, porque os homens não guardam a Tua Lei” (Sl 119.136).

– A tristeza pela falta de obediência dos ímpios é algo que toma conta do salmista.

– Aplicação: Não devemos ter raiva de quem não segue a Palavra de Deus, mas tristeza e compaixão, buscando sempre que conheçam a Palavra, intercedendo sempre. Isso é um mal que todos os “velhos cristãos” estão sujeitos a cair. Oremos para que nós nunca venhamos a sentir desprezo ou raiva, mas sempre amor e compaixão.

  • “Justo és, Senhor, e retos, os Teus juízos. Os Teus testemunhos, Tu os impuseste com retidão e com suma fidelidade” (Sl 119.137, 138).

– O salmista adora a justiça, fidelidade e retidão de Sua Palavra e promessas.

– Aplicação: Reconheçamos que Deus é justo, fiel e reto em tudo. Se todas as coisas acontecem submissas à soberania de Deus, reconheçamos isso sempre, em tudo o que acontece.

  • “O meu zelo me consome, porque os meus adversários se esquecem da Tua Palavra” (Sl 119.139).

– Aqui, o salmista admite que o zelo, o ardor que ele tem pela Palavra o deixa furioso quando ele vê os outros não seguindo ela.

– O importante aqui é que, quando o salmista se defronta com os inimigos, a primeira coisa que vem a sua mente é o zelo pela Palavra. Não é o medo, a coragem, o que fazer, é apenas o zelo pela Palavra.

– Aplicação: Levemos em consideração, em todas as situações, apenas o que a Palavra diz. Não é “uma ordem”, mas é uma marca de uma pessoa que ama a Deus e, consequentemente, a Sua Revelação, que é a Palavra de Deus.

  • “Puríssima é a Tua Palavra; por isso, o Teu servo a estima” (Sl 119.140).

– O salmista fica encantado com extrema pureza da Palavra (“extremamente refinada”).

– Aplicação: Encantemo-nos com o que a Bíblia tem para nós. Muitas vezes, depois de um tempo como cristãos estudiosos, temos a tendência a perder a fascinação pelo brilho das Escrituras, oremos para que Deus não permita tal loucura.

  • “Pequeno sou e desprezado; contudo, não me esqueço dos Teus preceitos” (Sl 119.141).

– O salmista assume sua insignificância, porém, não vê isso como desculpa para não seguir a Palavra de Deus.

– Aplicação: Devemos reconhecer quão insignificante somos naturalmente antes de sermos salvos e quão insignificante somos perante o mundo depois, porém, não devemos deixar isso interferir no nosso zelo pelas Escrituras. Muito pelo contrário, devemos ver tudo como um incentivo para nos achegarmos a Deus, demonstrando dependência e suficiência nEle apenas.

  • “A Tua justiça é justiça eterna, e a Tua Lei é a própria verdade” (Sl 119.142).

– Adora-se a eternidade da justiça de Deus.

– Adora-se a Lei de Deus como sendo a própria verdade, a verdade que rege todas as outras verdades.

– Aplicação: Devemos adorar a Deus pelos seus atributos, que fazem de Sua Palavra a única verdade. Reconheçamos que não há verdade que anule as Escrituras, e, tudo que anula as Escrituras não é verdade.

  • “Sobre mim vieram tribulação e angústia; todavia, os Teus mandamentos são o meu prazer” (Sl 119.143).

– Novamente, o salmista deixa bem claro que nada interfere no prazer que ele tem nas Escrituras.

– Aplicação: Não há o que adicionar, AMEMOS AS ESCRITURAS, ANSIEMOS POR ELA, que nada que aconteça na nossa vida interfira no nosso dia-a-dia com Deus, conhecendo-o mediante as Escrituras.

  • “Eterna é a justiça dos Teus testemunhos; dá-me a inteligência deles, e viverei” (Sl 119.144).

– A eternidade da justiça de Deus reveladas na Palavra dEle é lembrada.

– O salmista demonstra dependência da compreensão da Palavra de Deus para que haja vida, que lembra muito a passagem da profecia de Ezequiel sobre o vale de ossos secos (Ez 37).

CONCLUSÃO:
Não há o que adicionar. Devemos viver buscando o conhecimento de Deus, e este SÓ vem pelas Escrituras, que é Sua Revelação. Não adoramos as Escrituras, mas adoramos a Deus por elas, e reconhecemos que elas são a única fonte para o conhecimento de Deus. Que Deus nos ajude a reconhecermos a importância da Bíblia nas nossas vidas, e que nos mude cada vez mais, de acordo com a Sua Palavra e para o cumprimento da Sua Palavra.

OBS: Tudo o que eu escrevi sobre o papel das Escrituras não é possível sem que haja a ação direta do Espírito Santo.

Todos os textos bíblicos descritos aqui foram retirados da tradução revista e atualizada.

Diego Beltrame

SOLI DEO GLORIA!

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